O Espaço Nepente tem a honra de convidar você a participar do nosso clube de leitura.

Nossa proposta é discutirmos mensalmente um livro selecionado previamente pelo grupo e juntos discutirmos os temas nele tratado, promovendo, assim, um encontro prazeroso e de interlocução entre a vida e a arte.

  • Encontro Comemorativo dia das mulheres

MULHERES QUE CORREM COM LOBOS

January 16, 2018

 

Escrito por Clarissa Pinkola Éstés, é o livro que escolhemos para iniciar nosso Clube de Leitura cujo início coincide com o mês de comemoração à mulher.

"O livro organizado por uma psicologa junguiana faz um paralelo entre o arquétipo da mulher selvagem e os lobos, dizendo que não é a toa que ambos, a medida em que o homem se civiliza, estão simultaneamente em extinção. Os Lobos. com a destruição das florestas e tendo sido considerados criaturas do mal e foram sendo aniquilados ao longo de muitos anos. Já em relação ao arquétipo da mulher selvagem, o livro trás várias histórias que retratam a essência dessa mulher selvagem que reside naquilo que existe de mais primitivo e ancestral na vida, principalmente das mulheres. Dentro de uma abordagem Junguiana desse fenômino, a autora se auto-intitula contadora de histórias e chama a atenção para a sua ancestralidade como justificativa para seu estudo. Ele inclusive diz que somos frutos de um acúmulo geracional de conhecimento que forma o conjunto de informações que reconhecemos como alcumulo coletivo e social. A primeira e bastante instigante história é a de La Loba ou da Colecionadora de ossos. Esta mulher, que viveria num deserto, percorria o mundo resgatando e colecionando ossos de toda ordem. Mas especificamente se interessa pelos ossos de esqueleto dos lobos. Procurava recolhe-los até completar um esqueleto inteiro. Então, ela montava esse esqueleto no chão, e depois de algum momento de concentração, ela começa a dançar em torno do esqueleto, que começa a medida em que essa dança vai se intensificando este começa a se encher de carnes e formas e quanto mais essa mulher dança, mas ele vai retomado a forma viva. Por ultimo ela intensifica a dança e como um sofro de vida, esta ossada ganha a vida de um lobo que sai correndo depois de pronto. 
A autora depois de exemplificar seus temas com os contos, procura descrever seus argumentos a respeito do tema feminino demostrando toda a dinâmica que se traduz, numa necessidade social de repressão e opressão, às questões femininas. É também um livro que valoriza a arte dos contadores de histórias, griots, trovadores que preservaram determinados enredos ao longo da humanidade." 

http://resumos.netsaber.com.br/resumo-40805/mulheres-que-correm-com-os-lobos

Na crítica do site Matricaria:

"Ao ser tocada por suas histórias, uma mulher é capaz de se libertar de uma relação ou situação opressora, capaz de recriar a sua própria vida, dar corpo a sua arte, repensar sua trajetória, permitir-se amar, morrer e renascer em vida, se curar.

É um livro que nos remete ao pertencimento. A necessidade de encontrarmos nosso clã, de celebrarmos em irmandade, de partilharmos sua leitura e interpretação, de transbordarmos a mera relação de expectadores-leitores, nos tornarmos agentes de nossas próprias mudanças e da mudança do mundo.

É também um caminho certeiro para o encontro de nosso poder pessoal, no reconhecimento de nossas dores, cicatrizes, experiências, como parte do que somos, como a trajetória que devemos honrar e ensinar."

http://matricaria.com.br/livros-que-amamos/resenha-do-livro-mulheres-que-correm-com-os-lobos/

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