meu Cantinho

Sejam bem vindos. Meu nome é Renata Paschoal, nasci em Pernambuco. formei em Psicologia em 2011 na Universidade Salvador-Unifacs.

Minha abordagem teórica é a terapia sistêmica. Realizo atendimento ao público adolescente, adulto e idoso e a consulta pode ser individual, casal ou família. Convido vocês para entrar neste cantinho no qual, juntos, poderemos compartilhar experiências e conhecimento, tornando este espaço especial.

Na terapia sistêmica / familiar não falamos apenas do que acontece na família e no seu seio, mas mostramos que as interações que esta estabelece com o meio cultural e social que a rodeia irá exercer influência no modo como seus membros irão reagir diante dos problemas.

Poderemos (Re)significar juntos os nossos problemas, a nossa forma de ver o mundo, as nossas feridas e (Re)construir uma nova visão de nós mesmos e nos (Re)inventando.

"As pessoas tem medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem."

chico buarque.

Para vocês conhecerem um pouco melhor a Abordagem Sistêmica, abaixo estão alguns textos.

De mulher para mulher
E tudo começou no século XX quando lutamos por melhores condições de vida, de trabalho, pelo direito ao voto.
Em vários lugares do mundo, mulheres, a maioria operárias, começaram a fazer manifestações e greves em razão das más condições de trabalho a que eram submetidas.
 um dos episódios marcantes foi o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist em Nova York em 25 de Março de 1911 no qual várias costureiras morreram devido às péssimas condições do local.
Ao longo dos anos partidos políticos foram se apropriando de tais acontecimentos e usando como instrumento de propaganda necessidades femininas ao formular políticas sociais.
Hoje, no século XXI, vemos em muitos momentos a mídia falar do dia da mulher de forma deturpada. Ganhamos roupas, flores, perfumes e chocolates. Somos gratas pelos elogios e delicadezas, mas devemos ter em mente o real significado do porque temos "Um dia no calendário". Em que lugar se encontram os nossos direitos? Acabou a discriminação? Estamos em situação igualitária? Temos nossa integridade física e mental asseguradas? Os números da violência doméstica e contra a mulher falam por si.
Sim, nós podemos e devemos nos cuidar e cuidar de cada mulher. Essa luta é de todos nós!É a luta das mulheres e dos homens que empoderam suas mulheres. Essa briga ultrapassa o significado que a palavra feminismo pode descrever e, na minha opinião, não existe ainda um nome que a defina nesse momento. As pessoas vêem feminismo como algo "ruim" porque soa como oposto ao machismo e o machismo historicamente fala de uma hierarquia. Estamos em uma luta por direitos iguais, afinal, lugar de mulher é onde ela quiser!

Renata Paschoal